O ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, criou uma equipa, coordenada pela Agência Reguladora de Certificação de Cargas Logísticas de Angola (ARCCLA), para apurar e levantar os constrangimentos que têm estado a inviabilizar a movimentação de mercadorias da Reserva Estratégica Alimentar (REA).
Ricardo D’Abreu praticou este acto a fim de melhorar, dentre outras situações, as estradas utilizadas pelos camiões dos operadores de transporte que movimentam as mercadorias afectas à Reserva Estratégica Alimentar.
O PCA da ARCCLA, Catarino Fontes Pereira, explicou que quarta-feira, 12, uma equipa, coordenada pela agência e que integra vários operadores portuários e departamentos ministeriais, visitou as vias pelas quais passam os camiões que movimentam produtos da REA para constatar in loco o estado das mesmas.
Segundo o responsável, durante a visita a equipa constatou, dentre várias situações, que as vias se encontram em mau estado, o que tem dificultado o tráfego na zona de entrada e saída do Porto de Luanda, paralela à zona da Boavista, aos camiões que movimentam produtos da Reserva Estratégica Alimentar, assim como a outras viaturas.
“Os constrangimentos estão identificados e nós, em conjunto com os operadores portuários e os departamentos ministeriais envolvidos nesse projecto, vamos trabalhar internamente para apresentar propostas de soluções do que se constatou”, avançou.
Participaram da actividade o administrador da área Comercial e Gestão das Concessões e TIC do Porto de Luanda, Miguel Pipa, membros do Governo de Luanda, do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), Polícia de Trânsito e Segurança Rodoviária, representantes dos terminais que operam mercadorias da Reserva Estratégica Alimentar, entre outras entidades.
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